Menu

sábado, 4 de agosto de 2018

Resenha 13: Notre-Dame : Uma Cruz no Coração

Olá! A noite de hoje é especial! Como sabem,  é dia de resenha aqui no blog. 
E então, vamos conhecer um pouco sobre o livro "Notre-Dame: Uma Cruz no Coração", da autora Carolina Beatriz?

Me acompanhem!







Título Original: Notre-Dame: Uma Cruz no Coração

Autor: Carolina Beatriz

Ano: 2018

Páginas: 213







Sinopse:






Toda a história inicia por um embate que envolve a Catedral de Notre-Dame  e um conflito: desavenças familiares  que se arrastam e perduram por muitos anos entre os Cross e os Moon.

Fato é que Frei Lionel, responsável pela Catedral, recebe uma excelente proposta dos Cross, família de bela linhagem na cidade, e de Christopher Paris, homem de posses e que carrega, como podem ver, "Paris" em seu próprio nome. Tal oferta seria para comemoração do aniversário de Elena Cross, evento que pararia a cidade. Esse "aluguel" da Catedral tinha não somente o intuito de celebração de mais um aniversário da moça, mas a comemoração do noivado do casal, mesmo esta tentando, ao longo dos anos, adiar ao máximo a ocasião.

Não que Elena não gostasse de Christopher Paris, mas pelo fato de a protagonista demonstrar ao longo da trama obter outras prioridades, ou talvez não ser ele o seu amor... (tal conclusão, deixo para vocês ao lerem a obra!)




Mesmo estando no século XXI, Christopher Paris, homem belo, rico e já por volta dos seus quarenta e poucos anos, decide manter a tradição de pedir a mão de Elena a seus pais quando completara quinze anos. Os pais, mesmo tendo alegrado-se com a proposta, deixaram tal decisão ao encargo da filha. Seu pai na época, mesmo sendo de acordo com o enlace caso a filha concordasse, somente pediu que ela antes estudasse e que completasse uma graduação, o que lhe propiciou ganhar tempo, já que não era de seu interesse casar-se com "Paris".

Para a sua festa, houvera um baile de máscaras.  E ninguém menos que Reign Moon, menino que sofreu com possível maldição, segundo lendas da cidade, e que vive enclausurado em uma das torres, compareceu à festa, por sugestão de Frei Lionel. Ainda que usando uma máscara, todos que o reconheceram no local chocaram-se, alguns inclusive indignaram-se com a presença do rapaz, que até mesmo dançou com Elena...

Ora, o que se sabe é que ambos não se conheciam, apenas ouviam falarem de um e de outro, e, sem motivo aparente senão pelas desestruturas de gerações, já não se gostavam, por tradição das famílias.

Entretanto, naquela noite, algo de diferente parece ter acontecido, pois em meio ao badalar dos sinos, uma certa magia tornou aquela dança  um acontecimento sublime.



  • Teria aquele encontro, aquela dança com breves sorrisos e trocas de palavras entre os desconhecidos, se transformado em algo mais? Teria tornado-se um possível afeto?

Para deixar claro à vocês, Reign Moon, o Filho da Lua, foi levado ao topo da Catedral como uma forma de "proteger-se" de uma maldição que sua família sofrera.  Esta maldição precisava ser quebrada, de modo a libertá-las.

Elena, esta é a primeira mulher a nascer na casa dos Cross em anos. A moça sempre sentiu conforto e tranquilidade na Torre da Catedral, "dialogando"  com seres inanimados e, ao mesmo tempo, apreciando a paisagem, que lhe induzia leveza.

  • Seria isso um bom presságio? Ou uma simples coincidência?

Por entre a dança, olhares e sorrisos, uma tragédia acontece...

...muitos são os suspeitos envolvidos na história...

...há conspiração dos fatos...

...e Reign é incriminado, começando a investigar a desgraça que assola a vida dos Cross e que, realmente como uma maldição, transtorna a si e aos seus.



 



De uma belíssima narrativa, a autora inicia a sua história nos situando, de forma conceituada, sobre  detalhes  da Catedral de Notre-Dame.

Nos convida a sermos atentos, pois em sua história, Carolina Beatriz, nos orienta sobre um romance com toque de fantasia e contemporaneidade, e norteia o leitor com um enredo que também traz suspense e revelações.

A fantasia é associada a histórias e boatos de que gárgulas, quimeras e pontos turísticos da Cidade Luz tomam vida e perambulam pela localidade durante a noite, voltando à sua forma antes de o sol raiar. (Será?!)

Embora eu tenha gostado muito da criatividade da autora, não posso dizer à vocês que, em princípio, achei a leitura de fácil entendimento. Para ser sincera, demorei um pouco a sentir o "feeling" da narrativa. Porém, quando comecei a perceber a proposta de cada detalhe de sua escrita, me fascinei, porque mesmo havendo a dificuldade de entendimento, no início, a sua forma de escrever e de contar a trama já havia conseguido me envolver pelo que costumo mencionar aqui sempre: Carolina Beatriz, na humilde opinião do Café com Leitura Blog, conseguiu  fazer um ótimo uso das palavras!

À medida que me enlaçava ainda mais com a vivência das personagens, lembrava-me de dois clássicos famosos: A Bela e a Fera (lendo entenderão à que estou me referindo!), e Romeu e Julieta, pelas questões de família.

Outro fator que me encantou na obra foi o epílogo, pois seu relato é poético!

Ainda sobre a escrita do livro, que pode ser encontrado em formato físico e digital.
Devo elogiar intensamente àqueles profissionais que fizeram as revisões, pois sinceramente, achei  a escrita perfeita!

Para encerrar, deixo aqui algumas reflexões a respeito de possíveis continuidades, já que é este o sabor que a autora nos deixa ao final:


  • Nesse romance épico, seria Reign libertado de tal maldição, entregando-se ao amor?;
  • E Elena? Será que a moça rende-se a um possível sentimento que começaria a surgir dentro de si?;
  • Será a Lua testemunha de novas tramas e paixões?

Isto saberemos no volume dois da série, "Notre-Dame: Um Beijo da Lua",  que sairá ainda este ano!






Só para lembrar a vocês, Carolina Beatriz já esteve presente aqui no "Café", no "Bate-papo com o Autor" , onde pudemos nos deliciar com uma conversa maravilhosa com ela.

Além disso, a obra "Notre-Dame: Uma Cruz no Coração", é o primeiro livro mencionado no Projeto Queremos Livros Nacionais, e por isto estou aqui o apresentando à vocês, como também uma forma de cumprir minha meta na proposta, embora eu precise confessar o quanto me deliciei com a história.

Espero que tenham gostado!


Sobre a autora:

Carolina Beatriz é uma paulistana de vinte e poucos anos, apaixonada por um bom livro — de todos os tipos, cores e sabores —, cinema (principalmente animações!), teatro, Arte, sorvete, algodão-doce, batata frita e salto alto.

É formada na área das artes gráficas e tem se aventurado por aqui e por ali, também em moda e justamente com sapatos. 

Ama viajar, conhecer novas culturas e expandir os horizontes, tanto pessoalmente quanto do sofá de casa ou em qualquer cantinho silencioso que a permita embarcar em jornadas fantásticas.

Seu primeiro romance, TOWARDS TOMORROW — ORIGENS,  foi escrito em meados de 2015 e publicado de forma independente pela Amazon em 2017.


Fonte: http://carolinabeatriz.com







quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Bate-papo com o autor Viktor Bellafont

Olá, leitores! Hoje venho aqui proporcionar à vocês mais um delicioso "Bate-papo com o Autor"!

Alguns autores parceiros do Café com Leitura já passaram por aqui, e hoje não seria diferente!

Há poucos meses atrás o @cafe_com_leitura firmou parceria com essa pessoa super estimada e atenciosa, além de talentosa!

No mês de julho, ele foi o autor "adotado" por nós na edição de aniversário da Semana Adote um Autor Nacional, que aliás  tem um lindo post aqui no blog sobre essa bonita proposta em apoio aos autores nacionais.

Ainda não sabem de quem estou falando? Então, preparem-se! Arrastem a cadeira e peguem uma xícara de café para acompanharem a entrevista com o autor Viktor Bellafont!








Vamos acompanhar?!



Quem é Viktor Bellafont?Como você se descreveria ?


 Viktor Bellafont é um escritor determinado e focado que acredita que histórias têm o poder de mudar e transformar a vida das pessoas.


Você se define escritor de algum gênero literário em específico? Por quê?


Acredito que Fantasia e Romance são os dois nichos que mais gosto de escrever. Também gosto de combinar ambos em uma só narrativa.
Desde sempre foi o tipo de história que me atraiu, e assim, comecei a me dedicar à elas.


Além de contos, você já escreveu outros gêneros literários? 
Se sim, pode nos contar como foi ou tem sido essa experiência?


Já escrevi um romance de fantasia de 500 páginas, nunca publicado, e também um drama familiar de 200 páginas. Além de um livro infantil sobre mulas sem cabeça.
Prefiro contos pois eles são mais rápidos tanto de escrever quanto de ler.


Vejo em suas redes sociais a natureza à sua volta enquanto escreve. 
Seria daí que viria tanta inspiração para a escrita de contos?


Com certeza. Tenho uma ligação forte com a natureza e gosto de incluí-la em minhas obras frequentemente. Sempre que posso estou em contato com ela. Viktor Bellafont sem a natureza é um escritor sem alma.


 E como foi que você se assumiu um escritor de fato?


Na verdade, me senti escritor quando comecei a postar meus contos na Amazon. Ou seja, esse ano, em 2018.


Qual foi a primeira história que você redigiu? 
Você chegou a publicá-la? Gostou do que escreveu, ou mudaria algo?


Minha primeira história foi quando tinha 13 anos e era de super-heróis, um grupo chamado Liga Mirim. Eu era bem novo, e quando terminei as 60 páginas, para mim aquilo era enorme. Foi meu primeiro livro e não mudaria nada, apenas o fato que a excluí. :(


      O Café com Leitura conheceu suas obras no Instagram e, consequentemente, na Amazon.  Além dos contos que nos apresenta lá, há outro meio, ou mídia social em que podemos conhecer outras obras suas?


Infelizmente não. A Amazon é o lugar número 1 para compartilhar minhas histórias com vocês.


Na edição de aniversário do Projeto “Semana Adote um Autor Nacional”, no mês de julho, o Café com Leitura presenteou os leitores te “adotando” enquanto escritor e com a apresentação de sua obra “A Queda de Aurora”. Para você, como foi essa repercussão?


Foi uma das melhores. Eternamente grato. Senti que o Café com Leitura realmente ajuda o autor a ficar mais perto de leitores em potencial. Recebi muito carinho. Realmente senti que sou parte de algo maior.


Você tem, atualmente, expectativas para novos projetos literários? 
Teria alguma novidade para nos contar?


Estou escrevendo a série Conto da Sacerdotisa que já está em seu quarto volume. Espero completá-la logo. Até o fim do ano talvez saia mais duas séries.
Além disso, estou criando um canal no Youtube para que meus leitores saibam mais sobre meu dia a dia e como crio minhas histórias.


Ao redigir seus textos, qual a sua intencionalidade com relação aos leitores?


Dar um entretenimento de qualidade. E se possível, passar alguma mensagem importante. Amizade. Confiança. Esperança.


Você tem alguma mensagem, ou conselho para aqueles que desejam escrever, assim como você? O que diria aos seus leitores?


Se cerque daquilo que tem a ver com você. Desde acessórios de roupas, à decoração, estilo de vida, ou mentores. Quanto mais você é autêntico e respeita a sua natureza, mais fácil é escrever e fazer aquilo que gosta.

Escrever é apenas uma extensão de si mesmo.


Nossa, eu amei esse bate-papo! 
E vocês, o que acharam das respostas do autor? 
Para mim foram realmente inspiradoras! Quantas revelações autênticas! E que mensagem linda nos deixou!

Só tenho que agradecer ao carinho do autor Viktor Bellafont, que lindamente nos cedeu um tempinho do seu momento criativo para estar aqui no Café com Leitura!

Para falar a verdade, a inspiração por trazer aqui autores nacionais para conversas me tem sido uma experiência riquíssima!

Espero que também estejam gostando!

E por falar nisso, já conhecem o instagram do autor? Se sim, parabéns! E se não, não percam tempo! É só acessar o @viktor_bellafont para navegarem por muitos conteúdos lindíssimos! 
Podem aproveitar ainda para acessarem as redes sociais do "Café", o que acham? Será sempre um prazer por recebê-los em cada uma delas!
E não se esqueçam que sábado é dia de resenha, ok?
Até!








terça-feira, 31 de julho de 2018

Projeto Maratona de Leituras Feministas

Olá, leitores! Hoje venho aqui apresentar à vocês mais um dos projetos que o Café com Leitura Blog está participando. 

Vocês conhecem a Maratona de Leituras Feministas? Não?! Então hoje terão a oportunidade de conhecerem essa honrosa proposta ao qual estaremos conversando. 

Conheceremos as obras que em princípio serão lidas e debatidas, as belas intenções de Vanessa Passos, do bookstagram @pinturadaspalavras e Liliân Borges, umas das primeiras parceiras do nosso cantinho literário, administradora do @experiencia_literaria . 

Para isto, assim como nos demais posts, e como é característica do "Café", que adora interatividade, há a lindíssima participação das idealizadoras. Não é bacana?!

 Vamos então ver o que elas nos propõem?




"O objetivo deste projeto é discutir sobre feminismo, utilizando as redes sociais como meio de difusão. No entanto, nossa proposta é fugir dos lugares comuns, que se resumem a frases e imagens nas redes sociais, logo nossa pretensão é realizar maratonas de leituras feministas no Instagram para discussão e aprofundamento sobre o feminismo, incluindo discussões e compartilhamentos de leituras pela internet. Junto a isso, pesquisaremos e compartilharemos acerca da história do feminismo, trajetória de escritoras e de movimentos ativistas, depoimento de mulheres que sofreram opressão e violência, enfatizando a importância da igualdade de direitos e da pluralidade em nossa sociedade, e ainda, playlists e filmes que abordam o feminismo como temática central, com o intuito de um maior aprofundamento sobre essas questões. Além disso, nosso objetivo é uma discussão de jovens para jovens, para além das discussões acadêmicas, com uma linguagem acessível para alargar as discussões sobre o tema e desconstruir rótulos e preconceitos. Por fim, sabemos que muitas pessoas ainda não compreendem o que é o feminismo e nossa proposta, portanto, visa possibilitar uma discussão séria acerca do tema, de forma simples e acessível para o maior número de pessoas. Nosso lema é a difusão da pluralidade e da liberdade.

Estamos imersos em uma época marcada pela revolução advindas de frases de efeito e memes na internet, o que resulta em muita polêmica e pouca discussão aprofundada. Essas discussões, por sua vez, limitam-se a esfera da superficialidade. O feminismo está incluído nesta esfera. Portanto, nossa pretensão é criar um espaço para uma discussão periódica, sequenciada, em que, juntas, seja possível compreender o feminismo e a sua relevância social, incluindo nossa luta contra o machismo e a sociedade patriarcal ainda vigentes. Entendemos que o feminismo está diretamente ligado a outras discussões acerca da pluralidade, como o racismo e as discussões sobre gênero. Por essa razão, buscamos uma discussão que parta da juventude, sem ser mediada pelo discurso hegemônico e acadêmico, muitas vezes excludente. É necessário que saiamos dos muros das universidades, transpondo-os, quebrando as barreiras, mostrando, assim, que o conhecimento precisa estar difundido entre todas as pessoas da sociedade. Conceição Evaristo, em uma entrevista para a revista Marie Claire, disse: “O que nós [mulheres] conquistamos não foi porque a sociedade abriu a porta, mas porque forçamos passagem”. Em suma, nosso objetivo é “forçar a passagem”, criando espaços de discussão para que o maior número de pessoas tenha a possibilidade de compreender mais sobre os feminismos e envolta na questão da pluralidade.

     Por essa razão é que escolhemos a Coleção Feminismos Plurais, coordenada pela Djamila Ribeiro, publicada pela Editora Letramento, em parceria com o Justificando. Selecionamos para a primeira rodada da Maratona de Leituras Feministas, que terá a duração de três meses, os três primeiros livros desta coleção: O que é lugar de fala? (Djamila Ribeiro), O que é empoderamento? (Joice Berth) e O que é encarceramento em massa? (Juliana Borges).

     Os livros da coleção reúnem um conjunto de características relevantes que estão de acordo com os propósitos da maratona. Em primeiro lugar, são livros de um conteúdo relevante, com discussões pertinentes e necessárias acerca das temáticas que circundam as questões sobre feminismos e a pluralidade. Em segundo lugar, os livros são uma edição de bolso, eles variam, em média, de noventa a cento e cinquenta páginas, permitindo que as mulheres interessadas em participar possam encaixar o cronograma de leitura na sua rotina. Em terceiro lugar, os livros têm um custo bastante acessível, custando no máximo R$ 19,90. Sendo assim, nós, Vanessa Passos e Lilliân Borges, planejamos uma estratégia sustentável para que a maratona possa agregar o maior número de mulheres a fim de possibilitarmos um espaço virtual e/ou físico em que possamos debater, questionar, aprender juntas e compartilhar vivências. Estamos muito felizes, pois já somos mais de 30 mulheres espalhadas por todo o Brasil participando ativamente da maratona. O convite continua, caso queiram se juntar a nós."


São muitos os pontos relevantes nesta maratona:
  • Discussões;
  • Materiais acessíveis (recursos que embasem o trabalho);
  • Debates;
  • Encontros (seja via virtual ou de forma presencial);
  • Pluralidade de ideias...

Como todos vocês podem notar, as propostas da maratona são intensas, e que levam àquelas que participam, e aos que podem acompanhar pelos instagrans das participantes, bem como pela hashtag, que a cada trecho citado, a cada post, a cada leitura, haverá embasamento, teórico e de vivências, que só nos afirmam o quanto ainda é difícil ser mulher em nossa sociedade, infelizmente! Mas há esperanças! Como o próprio lema do nosso grupo sugere (frase famosa!) :

"Juntas somos mais fortes!"


Neste período, leremos um livro por mês. Atentem-se:

Agosto:
1) "O que é o lugar de fala?",  de Djamila Ribeiro

Setembro:
2) "O que é empoderamento?",  de Joice Berth

Outubro:
3) "O que é encarceramento em massa?", de Juliana Borges







A cada semana, seguiremos um cronograma organizado pelas idealizadoras, com os capítulos a serem lidos e alguns desses com certeza gerarão debates, que acontecerão via online, aos domingos à tarde.





Penso que já deu para vocês perceberem que a jornada será linda, não acham? 
E o que você, menina, mulher, está esperando para se juntar à nós?!

"Sigamos juntas nesta luta!"




Antes de terminar o post, não posso deixar de agradecer à Liliân e à Vanessa, que têm sido parceiras maravilhosas, sempre atenciosas com o Café com Leitura Blog! Deixo aqui a minha gratidão e a confiança de que o desenrolar do projeto será incrível!

Bom, leitores, espero de verdade ter contribuído um pouquinho, em vista do que ainda iremos conversar sobre esse assunto tão extenso e rico que é o feminismo!

Aguardo, aqui e nas demais redes sociais do "Café", a opinião de vocês sobre o assunto, ok?

E é claro que voltaremos abordar o tema com as resenhas dos livros e outras abordagens, que vocês também podem e devem sugerir! Sigam-se em casa!

Beijos literários!






sábado, 28 de julho de 2018

Resenha 12: A Queda de Aurora

Olá, leitores! Como vão? Hoje é dia de mais uma resenha, e eu estou muito feliz! Esta semana o @cafe_com_leitura está participando de mais uma edição do Projeto Semana Adote um Autor Nacional, o que me deixa muito orgulhosa! E, ao longo da semana, apresentamos o livro escolhido, sinopse, biografia do autor, personagens favoritos, playlist, cinco motivos para ler a obra, quotes, e finalmente a resenha!

Hoje, apresento à vocês a resenha do conto A Queda de Aurora, do autor Viktor, no instagram, @viktor_bellafont








Título Original: A Queda de Aurora

Autor: Viktor Bellafont

Ano: 2018

Páginas: 32







Sinopse:



A trama ocorre na ilha de Aurora, habitada por bruxos.

Em meio à uma chuva repentina provinda do céu na floresta, o jovem quarteto composto por Alice, Tania, Fernando e Joaquim, que diariamente passavam seus dias a observarem os mais velhos, a contemplarem a beleza local e a esperarem que novidades surgissem na tranquilidade da ilha,  seus semblantes atentaram-se repentinamente por entre a novidade que pairava sob o céu, já que uma violenta tempestade e criaturas estranhas surgiam em Aurora.

O maior tesouro da ilha fora assolado, levado em imensa quantidade pelos invasores. 

Como uma forma de lutar contra essa invasão e roubos em massa do tesouro que mantinha a ilha de Aurora erguida, Alice, que antes era apenas uma moça reclamona, juntou-se aos seus amigos e demais membros da comunidade a percorrerem cada mina, com o fim de protegê-las e aos seus.

Com a magia, Aurora estava sob uma espécie de sono profundo. 


  • Estariam todos (população, animais e vegetação) mortos? 
  • Ou seria apenas uma maldição que precisaria ser quebrada? O que sabe-se é que a floresta ficara enfraquecida.


Por ilusões, magias e entraves, os "Guardiões de Aurora", como passaram a ser chamados, travaram uma batalha épica.


  • Conseguiriam os jovens guerreiros bruxos combaterem esse mal que assola Aurora?







A leitura foi muito fluida, gostosa de se ler e de se compreender.

O autor soube escolher bem as palavras que utilizou no conto, valorizando cada cenário e cada ação dos personagens, o que instiga o ledor a viajar na imaginação.

Algo que achei muito valoroso e que  mencionei no instagram foi o fato de o autor abordar de forma simples, mas com uma intenção proposital, creio eu, de enfatizar a importância do trabalho em equipe. A abordagem sobre o companheirismo, em meu ver, deu um "up" na história.

Por ser um conto rico em fantasia e magia, a história de Viktor Bellafont é repleta de belos detalhes que elevam a criatividade do leitor.

Segundo o autor, o conto A Queda de Aurora é um prólogo para uma futura história principal. 






O que acharam do conto? Gostam de histórias de bruxos e magia, caprichadas em fantasia?
Já conheciam o autor e alguma outra obra dele? Contem aqui! Curtam, acompanhem, contribuam e sigam as redes sociais do Café com Leitura Blog!

Espero que tenham gostado!

Aguardem que na semana que vem tem mais obras lindas e suas resenhas por aqui!

Abraços literários!



Sobre o autor:


Viktor Bellafont, pseudônimo de Victor Hugo Correa.
As histórias que gosta de contar são uma mistura de romance, fantasia, e ficção científica.
Definitivamente, não é fã de terror!
Escreve desde criança, e aos 15 anos, começou a trabalhar mais seriamente em sua escrita.
Viktor Bellafont é escritor em tempo integral, empreendedor e brasileiro.
Ele vive em Sertãozinho, São Paulo, onde escreve desde criança, e tem um vício particular em açaí.











sexta-feira, 27 de julho de 2018

Bate-papo com a autora Carolina Beatriz

Olá, meus queridos! O post de hoje é mais um gostoso "Bate-papo com Autor"Sabem, preciso confessar que estou amando essas oportunidades!

Hoje, a conversa é com a autora Carolina Beatriz, escritora homenageada na primeira edição do lindo trabalho que apresentei à vocês nesta semana, o Projeto Queremos Livros Nacionais que, como mencionei, estou felicíssima em participar.

A Carolina é uma linda, e por intermédio do projeto, pude conhecer a sua obra,  “Notre-Dame: uma cruz no coração” , que na semana que vem com certeza será apresentada à vocês de maneira mais detalhada por meio de resenha, ok?

Então, vamos à entrevista!









Como você descreveria a autora Carolina Beatriz?


Vish! Já começamos com uma pergunta difícil...! Eu acho – note o “acho” na frase hahaha – que a descreveria como uma sonhadora, uma viajante.


Como se descobriu como escritora?


Sempre gostei de escrever, desde pequena. Participava de concursos de frases e de pequenas histórias, fosse na época de Natal ou Dia das Crianças (para ganhar algum ursinho ou outro mimo), fosse no colégio e para participar das antologias dos alunos. Ser “escritora” é algo que está, ao meu ver, ao alcance de qualquer um que se predisponha a. Basta querer e, literalmente, escrever, pôr as ideias no papel – em um poema, uma crônica, um romance, uma frase que seja.


De onde vêm suas inspirações para escrever suas obras?


Outra pergunta difícil! E uma que minha família vive me fazendo...
A vida, o mundo ao meu redor, as pessoas que passam por mim... Posso responder isso com honestidade?
Eu vivo no Mundo da Lua e sonhando acordada. Estudei animação, então acho que não é para menos... Mas às vezes estou conversando com alguém, noto um detalhe na roupa – um botão que seja – e, quando dou por mim, já estou conversando com um personagem trajando a peça. Inclusive esse é um exemplo recente, de um romance no qual estou trabalhando.
Sendo bem sincera, as fontes de inspiração são múltiplas e geralmente as ideias acabam sendo lapidadas de noite, em sonhos. Aí é só arrumar um tempinho e transferi-las para o papel.


Qual foi a primeira história que redigiu? Você chegou a publicá-la? E como você a analisaria hoje? Gostou do que escreveu, ou mudaria algo?


A primeira história eu honestamente não me lembro. Provavelmente foi algum conto ou crônica para uma antologia do colégio. Mas eu me recordo, sim, de textos publicados no auge dos meus sete, oito anos e eu os analiso com carinho, certa nostalgia. Tudo é uma questão de contexto, então são produções literárias condizentes com a criança que as escreveu. Mas é bem legal reler esses textos e se ver os escrevendo e até analisando – no que é que eu estava pensando?, ou o que foi que me inspirou a escrever isso?
Já em termos de romances, “TowardsTomorrow– Origens” foi o primeiro que escrevi, mas mesmo assim comecei de trás para a frente e por um conto que figurará no terceiro volume da série (acho). Até hoje eu pego o livro para ler/reler e penso que “isso poderia ser diferente, essa frase estaria melhor se fosse assim... por que eu não dividi esse parágrafo?” Aí eu respiro fundo e digo para mim mesma que, de um modo ou de outro, eu estou feliz com o trabalho e que ele tem um certo charme por ter sido o primeiríssimo dessa nova empreitada.


Você escreve utilizando-se de apenas um gênero literário em específico? Qual(is)?


Em termos de gênero literário, por enquanto sim. Gosto de romances de fantasia enviesados para o sobrenatural, muito embora tente sair do lugar-comum dos vampiros e lobisomens. Já em termos de estrutura narrativa e recursos, não. Cada série minha tem um... tom diferente, acho que posso colocar assim, e muitas pessoas vêm me dizer que não pensariam se tratar da mesma autora. Uma vez perguntei para alguém do meio se isso era bom, já que não cria uma identidade, e ouvi um “maravilhoso!” tão entusiasmado como resposta, que fiquei feliz.


Como você costuma organizar suas ideias, suas escritas...?


É tudo uma questão de tempo e oportunidade. Se eu estiver dispondo de tempo, faço um rascunho rápido no computador. O problema é que eu me empolgo e começo a escrever diálogos e descrições de cena, então muitas vezes tenho que me dizer que “é só um rascunho”. Se eu estiver na correria do dia a dia, faço um mindmaponde e quando der – em um guardanapo, uma folha de caderno, etc.


Quais as suas expectativas para seus projetos literários? Teria alguma novidade para nos contar?


Escrevo puramente por hobby e só decidi tirar meus escritos da gaveta devido ao incentivo – fervoroso – da minha prima mais nova, então não sei se tenho grandes expectativas, pelo menos no que diz respeito ao mundo editorial. Vou “aonde o vento me levar”... Claro que é sempre uma alegria quando alguém lê algo que eu escrevi e ainda por cima tira uns minutinhos do dia para vir me dizer, então acho que conseguir mais e novos leitores não deixa de ser, sim, um objetivo.
Em termos de novidades... vejamos... Eu tenho a intenção de publicar mais dois romances ainda esse ano.
HIC ET NUNC – PEN PALS vai contar os acontecimentos do primeiro volume de “TowardsTomorrow” na voz da Plia e do Dominic, mas não é bem o mesmo livro e sim um... prequel. Vamos ver como as meninas chegaram a NYC e também quem era o playboy que acabou sob a asa do irmão mais velho. Além, é claro, de brincar com a prerrogativa de que a Plia encontrou o Dominic Keller muito antes da amiga, Ayura, tomar conhecimento sobre o Adam. Ah! E esse livro explica o nome do meu ig e das redes sociais – my pen pal rocks! (a culpa é da Plia...!)
NOTRE-DAME: UM BEIJO DA LUA, por outro lado, retoma de onde o primeiro volume da trilogia se encerrou e mostrará Elena e Reign tendo que lidar com o fardo do descobrimento de seus respectivos segredos e também com Paris – cidade e senhor.
Também tenho mais dois romances engatilhados e quero finalizá-los logo, quem sabe para o começo do ano que vem. Serão edições únicas para variar um pouco. Qualquer hora dessas revelo as capas – eu sempre começo desenhando elas e os títulos, antes mesmo de escrever; é mais forte do que eu.


Você está participando da primeira edição do projeto “Queremos Livros Nacionais”, ao qual o Café com Leitura Blog está participando. Como você recebeu a notícia de que seria a autora a ser homenageada? E como está sendo esta experiência? 


Foi uma loucura! Eu vi o projeto justamente no @cafe_com_leitura, adorei a ideia e entrei em contato com você, a Ana Claudia, tanto para parabenizá-la pela iniciativa, quanto para perguntar se eu poderia participar. Aí você logo me colocou em contato com a Karine, do @ciadeescrita, para quem enviei as sinopses dos primeiros volumes das minhas duas séries (TowardsTomorrow e Notre-Dame). Ela me respondeu que adorou e que ambas figurariam no projeto. Aí foi engraçado... Alguns dias depois ela me mandou uma mensagem perguntando qual app eu uso para montar meus posts e eu disse “nenhum... uso Photoshop, pois sou designer”. Perguntei se ela queria alguma ajuda específica e foi quando soube que “Notre-Dame: uma cruz no coração” havia sido escolhido para ser a primeiríssima leitura do projeto! Levei uns dias para acreditar... e aí vi o grupo ir crescendo e todos vocês postando... Está sendo indescritivelmente maravilhoso! Só tenho a agradecer!


Notre Dame, volume I, é o livro que está sendo divulgado no projeto. Ele, assim como suas outras obras, são vendidos no formato digital apenas, ou também encontramos nas livrarias no formato físico?


Ambos! No formato digital você as encontra na Amazon. E eu tenho as edições físicas para venda direta. Colocar na livraria é um pouco mais complicado, pois eu não quis recorrer àvanitypress/vanitypublisher, e assim não tenho um selo editoral. E livrarias de bairro estão cada vez mais escassas... Mas tudo ao seu tempo!
Outra coisa legal é que até o fim do ano pretendo lançar as obras em inglês também, primeiro no formato digital.


Quando escreve, tem como intenção transmitir-nos alguma mensagem?


Hum... Eu acho que “a imaginação não tem limites” e “seja você mesmo” são sempre boas premissas, mas eu sempre insiro algumas reflexões mais e menos óbvias na trama e na voz de minhas personagens. Tudo depende do momento.


Para aqueles que desejam escrever, assim como você, teria alguma dica ou algum conselho para dar?


Escreva. Escreva e escreva para você. Aceite críticas e sugestões de pessoas construtivas e não se abale por aqueles que só querem espezinhar o trabalho alheio. Tenha em mente qual o tipo de texto que você quer assinar e, se possível, evite se vender ao lugar-comum sob a desculpa de que “é o que o público quer”. Sim, isso é verdade, mas, sim, a novidade sempre chega para destituir o comodismo e ela pode ser você.





Gente! Quanta coisa bacana a Carol nos disse aqui! Quanta novidade, quanta informação bonita! Quantas curiosidades sobre essa jovem autora que creio que, assim como eu, muitos de vocês também não conheciam! Quanto carinho!

Eu só tenho que agradecer, em meu nome e em nome de vocês, leitores, que com certeza adoraram esse bate-papo gostoso aqui no "Café"!



Só para lembrar, na próxima semana a autora estará novamente aqui no blog e no @cafe_com_leitura, além dos igblogs literários participantes do Projeto Queremos Livros Nacionais através da resenha do livro  “Notre-Dame: uma cruz no coração” , e com certeza vou torcer por muito mais oportunidades de recebê-la nas redes sociais do Café com Leitura Blog, já que ela mesma nos revelou aqui tantos projetos, não é verdade?



Espero que tenham gostado do nosso bate-papo de hoje! A gente vai se falando por aí!!!
Grande beijo!!