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sábado, 23 de junho de 2018

Resenha 08: A Mulher na Janela

Olá, tudo bem? Algo que adoro é postar resenhas, principalmente de livros que me encantam, como A Mulher na Janela! E hoje finalmente estou aqui para postar essa que foi uma das obras da minha TBR de maio. Vamos conferir?



                             RESENHA: A Mulher na Janela






Título Original: A Mulher na Janela

Autor: A.J. Finn

EditoraEditora Arqueiro

Páginas: 352







Sinopse:



Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e... espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle? Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. "A Mulher Na Janela" é um suspense psicológico engenhoso e comovente que remete ao melhor de Hitchcock.







Anteriormente aos traumas familiares que viveu,  a protagonista Anna Fox era uma renomada e respeitada psicóloga infantil. Cinéfila, costumava fazer analogias ao cinema e relacioná-las às suas vivências pessoais.

Sofre de agorafobia (fobia de estar em locais públicos). Assim, usa a internet como a "... sua janela para o mundo.". 

Isolada dentro de sua própria casa há aproximadamente um ano, com sua câmera fotográfica registra e observa o mundo à sua volta pela janela da sua casa, até que conhece e faz amizade com Jane e seu filho Ethan, onde toda a trama começa.



Anna sofre de estresse pós-traumático e mistura psicotrópicos e bebidas.


"Momentos depois, endireito o roupão, tentando me recompor. Estou em casa. Estou segura. Casa. Segurança."


Perante sua decadente situação física, psicológica e emocional, pelas questões relacionadas à sua família, Anna vive o seu hoje e as lembranças de um período sóbrio, em que ela transitava livremente pelos lugares.

As suas narrativas são, muitas vezes, frases curtas, o que parece trazer intensidade à leitura, convidando o leitor a explorar uma trama intensa, mas, ao mesmo tempo, com ações aparentemente rápidas das personagens.

Suspense de característica psicológico, A Mulher na Janela consegue envolver o leitor em seu enredo intenso e fluido. Uma leitura que segue sem percebermos, instigando-nos a querer  conhecer cada capítulo, cada etapa da história.

A atenção é um ponto essencial a quem lê a primeira obra publicada de A.J.Finn  , que leva o ledor a questionamentos constantes sobre a personagem principal da trama. 


  • Será que a protagonista de fato assistiu a uma cena de assassinato ou tudo seria fruto de uma mente perturbada por mistura excessiva de bebidas e remédios?

  • Seriam alucinações os fatos que Anna vê através da janela de seu apartamento? Ou será que seus erros do passado a fazem rever o que poderia ter evitado, trazendo-lhe tanto sofrimento?


Ao ler essa bela obra, consegui fazer associações à obra “A Janela Indiscreta",  de Alfred Hitchcock . 







Parece, na verdade que o autor acertou em cheio, visto que o best seller teve seus direitos comprados pela Fox e virará filme.

Com certeza nós, que aprendemos a admirar o thriller  A Mulher na Janela , publicado pela Editora Arqueiro aguardaremos ansiosos pela adaptação.



Gostaram? Deu para sentirem um gostinho da obra? 



Estão curiosos, assim como eu, pela adaptação para o cinema? 

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Espero por vocês!!!
Beijos literários!



Sobre o Autor



Formado em Oxford, A. J. Finn é ex-crítico literário e já escreveu para diversas publicações, incluindo Los Angeles Times, The Washington Post e The Times Literary Supplement. A mulher na janela, seu primeiro romance, foi vendido para 36 países e está sendo adaptado para o cinema numa grande produção da 20th Century Fox. Natural de Nova York, Finn viveu por dez anos na Inglaterra antes de voltar para sua cidade natal, onde mora atualmente.









Fontes:  Editora Arqueiro
          
                 Skoob