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domingo, 30 de dezembro de 2018

TAG Esmaltes e Livros: natal - Dourado

Olá, pessoal! É com muita alegria e sensação de missão cumprida que me sinto lisonjeada por ser convidada a participar da última edição da TAG  #esmalteselivros pela Claudia, do blog MãeLiteratura , em parceria com os blogs  Mundinho da Hanna e Pacote Literário.

Na verdade, a Tag Esmaltes e Livros é postada sempre no terceiro domingo do mês nos blogs das parceiras. 

No mês de dezembro, como o tema foi Natal, a cor escolhida para esmaltarmos as unhas foi o dourado. Cor que eu, particularmente, adoro! E caprichei! ;)

Que tal conhecerem a minha indicação literária de dezembro, além das cores de esmaltes que usei no projeto? Vamos lá!





Bom, o livro que indico esse mês é "Para Todos os Garotos que Já Amei", da Jenny Han, publicado pela Editora Intrínseca. É um dos livros que está na  minha estante para uma das leituras de 2019.

Os esmaltes que usei, que aliás amei, diga-se de passagem (amo dourado!), são: "Ki Cor" (marca que eu não conhecia!), com a tonalidade Sudão, cintilante; Risqué Colorido Effect, na cor Disco d'Ouro. 






Gostaria de agradecer imensamente à Claudia pela oportunidade de participar desse projeto! Foi uma rica experiência para mim! 

Desejo, de todo coração, que  possa estar engajada em mais projetos como esse em 2019  com o maeliteratura.com!

E aí, gostaram? Eu não preciso dizer que amei, não é?! 

Curiosos por mais projetos do Café com Leitura Blog para 2019? Me acompanhem!

Beijos Literários!













sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

RESENHA 29: A PRINCESA DA LUA



“Reza a lenda que a cada três mil anos nasce uma princesa, mas não uma princesa qualquer, nasce a Princesa da Lua, a escolhida para manter a ordem natural da Terra.”


Olá! Como vão? Eu estou ótima! Ainda mais quando tenho uma história fofa para apresentar para vocês! É simples! Hoje trago a história de Lua, moça que tem uma missão importantíssima: a de proteger a Terra e, quem sabe, avaliar o abdicar de seu amor.





Título Original: A Princesa da Lua

Autora: Bruna Giroldo


Ano: 2018


Editora: Bookish






Sinopse

A cada três mil anos uma nova princesa da lua é escolhida e o destino da terra depende exclusivamente de seu sucesso no ritual de iniciação. Lua queria apenas conquistar o coração de Marte, a qualquer custo. Sem escolhas, e com a ajuda de Noah, iniciará sua preparação para ser a nova princesa. Mas, poderá uma garota egoísta e ardilosa como Lua, ser altruísta o suficiente, a ponto de abdicar de sua vida e seus objetivos para salvar toda a humanidade?








Lua é uma jovem de poucos amigos e apaixonada pelo seu primo Marte. Sua família, propositadamente ou apenas por certo fascínio, a cada nascimento, os batizava com nomes de planetas, astros...

Lua, que passou longos anos de sua infância em um colégio interno, certo dia é convidada a frequentar uma das melhores escolas do mundo.


*Seria a oferta apenas por méritos da aluna, ou teria essa oportunidade um motivo especial?


Fato é que ela aceitou. Seis anos se passaram, a menina se afundou nos estudos, porém jamais esquecera de seu amor, até que conclui os estudos e finalmente retorna para casa na esperança de revê-lo.

Esse sentimento que Lua nutria parecia um tanto distante já que, em princípio, além de ser seu primo, Marte seria 10 anos mais velho que ela, sem contar o amor que sentia por Juliana, sua namorada.

A obsessão dela pelo rapaz às vezes parecia ir além de um amor dos tempos em que era apenas uma garotinha, fechando-se a novas possibilidades em termos de relacionamentos. Todos os passos que dava tinham segundas ou terceiras intenções que envolvesse Marte, chegando a um extremo que poderia lhe custar a amizade e a confiança daqueles que a cercam.

Contudo, não seria um lindo romance o que lhe esperava, mas sim, a descoberta de uma missão que a aguardava.
Na verdade, o destino da moça estaria traçado: ela seria preparada para, ao completar 18 anos, proteger a Terra. E um dos requisitos para ser aprovada seria ter um coração puro, que fosse benevolente e distinta.
Caso passasse nos testes e em tal preparação, ela seria A Princesa da Lua.


Na iniciação aos testes, ela conhece Noah, um rapaz encantador, que teria como função na organização acompanhá-la e auxiliá-la no que fosse preciso. 
No decorrer da trama, o que pode-se observar é que esse relacionamento profissional estrapola, tornando-se uma amizade (ou será que se tornaria algo mais?).

Joguinhos e ciúmes são envoltos nessa relação. E Lua, cega por um amor não correspondido, demora a perceber. 
Quando consegue enxergá-lo como alguém que se preocupa consigo, ela passa a ver Noah com o coração. 

E quando isso acontece, parece ser tarde demais, pois seu curso chega ao fim, levando-a a ter que optar por ser a princesa que representaria a Terra nas galáxias. Porém, ela só pensa em estar junto daquele que aos poucos descobrira ser alguém que queria ter ao lado por toda eternidade, algo que deveria abrir mão para cumprir seu destino.


"Eu não pedi para ser princesa, eu não quero ser princesa, eu quero ser apenas eu, a Lua. Uma garota apaixonada que sonha em viver o seu amor".


Uma tragédia se instaura, fazendo com que, sem outra alternativa cabível, a jovem se torne a Princesa da Lua, salvando seu verdadeiro amor e iniciando-se um novo ciclo,  mantendo assim a Terra a salvo por mais três mil anos.


*Lua aceitaria seu destino e viveria sozinha durante seu reinado de princesa ou será que ela teria a possibilidade de reencontrar Noah, para que governasse ao seu lado?


“Olhei em seus olhos, mas eles estavam sem vida. Beijei os seus lábios, mas eles estavam frios. Olhei ao redor e foi como se tudo simplesmente deixasse de existir... É, havia chegado a hora! Eu não estava mais ao seu lado, Eu estava... na lua.”



O livro de Bruna Giroldo possui 18 capítulos, mais a sinopse, introdução e epílogo.

Atualmente, a versão de A Princesa da Lua para venda é em formato digital, com previsão para lançamento do formato físico em 2019.



Sobre a autora:



Bruna é escritora, compositora e roteirista. Descobriu a paixão por escrever em 2015 e não parou mais. 
Com diversos livros escritos, alguns contos publicados e diversos projetos que vão desde palestras para o público infantil e adolescente, onde fala sobre autoestima, bullying e carreira, até o incentivo à literatura nacional com oficinas de escrita e publicação de novos autores, ela agora faz parte do time de autores Bookish.



                https://www.instagram.com/p/BjF6S5IH6Zn/
                

E aí, o que acharam do livro publicado pela minha parceira, Editora Bookish? Eu adorei a história e não vejo a hora de ler a continuidade! Se você já leu, conte aqui o que achou!

Aproveite para seguir as redes sociais do Café com Leitura Blog ! A gente se vê por aí!




quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

RESENHA 28: AZUL INSTANTÂNEO



"Os meus sonhos são simples.

Um coreto atual, uma praça ficcional, mistura de estranho jardim, bordel e prisão, um vestido dormido, milhões de línguas cortesãs,uma maçã trincada, jazz moderno, uma imposição vitoriana, talento comercial, cruzamentos, estações por abandonar, sorrisos satânicos, belas rameiras, uma precetora desenhada e cobras, e mais cobras.

Os meus sonhos não sei se são simples".



Olá! Tudo bem com vocês? O que dizer de um escritor que entre março de 2016 a setembro de 2017 escrevia seus belos textos no Facebook, até que então a inspiração para compilar todo seu material em um livro de poesias vem a tona?
Essa foi a ideia do poeta Pedro Vale, escritor do livro Azul Instantâneo.





Título Original: Azul Instantâneo

Autor: Pedro Vale


Ano: 2018


Páginas: 76

Editora: Edição Independente

Formatos: físico e digital






"Por vezes
Acontece entrarmos
Num maravilhoso jardim árabe
E sentarmo-nos logo ali
No primeiro banco de pedra lisa
Imaginando o azul do mar."






Ao iniciar minha leitura do livro, senti como se me teletransportasse para os ambientes descritos por Pedro Vale.

Enquanto leitora, posso afirmar o meu amor pela poesia, pelo brincar que nos é permitido. O escritor consegue, com sutileza e maestria, utilizar as palavras, formando cada sonoridade, cada conjunto de sentidos com respeito ao leitor e ao gênero literário ao qual nos convida a adentrar.

Nos incita a paixões, a descobertas  e a uma paz de espírito que confesso poucas vezes ter sentido ao me encontrar no universo das poesias. Não que com os demais autores e/ou obras por mim lidas eu não me encantasse. Eu não seria hipócrita a esse ponto! Fato é que estar em contato com  Azul Instantâneo me proporcionou, felizmente, ler como se estivesse de olhos fechados, respirando tais palavras, versos e estrofes como se ali inserida estivesse (e de fato eu estava!).




O livro é composto por 73 poemas, e é oferecido nos formatos digital e físico. Entretanto, no caso do primeiro, conforme o escritor, apresentar aos leitores a Amazon como opção de compra será um projeto próximo. Em formato físico, foi realizado de maneira independente.

Um conjunto de palavras usadas artisticamente, saudando sua terra , Portugal, através de leveza e simpatia, sim com a intimidade que parece ter com a escrita.

Sincronia, talvez seja o que queira expressar ao ler cada verso do livro, além da sensação de me permitir  levidão nos pensamentos.

Minha alegria por realizar essa leitura e ter a possibilidade de lhes oferece tal conteúdo é tamanha que, se pudesse, transcreveria cada um dos poema aqui!

Mas vocês sabem quem é Pedro Vale?


Sobre o autor:


Pedro Vale é um professor a lecionar há 16 anos na ilha da Madeira. ‘Azul Instantâneo’, seu primeiro livro, surge de um exercício de escrita imediata e digital e resulta numa obra de sensações, em que diferentes formas de poesia se impõem.










Gratidão ao escritor é um sentimento que manifesto por me propiciar estar em contato com seu material!
E aí, curiosos pela leitura de Azul Instantâneo ?

Querem conhecer as redes sociais do escritor?


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Beijos literários!







terça-feira, 25 de dezembro de 2018

RESENHA 27: CASULOS


"_ Do que você se lembra? Qual o seu nome? Qual o MEU nome? _ indaguei, voltando a alterar o meu tom de voz."


Olá, cafeinados! Hoje começamos a resenha apresentada com questionamentos típicos do livro que trago para vocês: "Casulos", do escritor brasileiro Ricardo Mesquita.




Título Original: Casulos

Autor: Ricardo Mesquita


Ano: 2018


Páginas: 152

Editora: Lura Editorial

Formatos: físico e digital






Sinopse:

Um homem sem lembranças concretas de si mesmo e de seu passado acorda num casulo gelatinoso de cor âmbar. Ao mesmo tempo que tenta sobreviver num mundo deteriorado e, aparentemente, sem ninguém, busca também por respostas sobre si mesmo e sobre o que aconteceu. Acordando sempre no primeiro raiar de sol e dormindo sempre na alvorada, Adam divide o seu dia alternando entre o “Mundo dos Casulos” e o “Mundo do Hospital”. Pouco a pouco, descobre o que de fato está acontecendo consigo e com as outras pessoas ao redor.







Um casulo é forçado a ser aberto. O homem que sai de dentro daquele ambiente fechado, gelatinoso e de cor de âmbar, do fundo do rio, é Adam, protagonista dessa distopia criada pelo autor Ricardo Mesquita.

Adam busca por refúgio e luta pela sobrevivência, entretanto há na trama uma constante averiguação por respostas, já que sua memória teria sido abalada por um suposto acidente que  teria marcado sua vida.

O protagonista vive em ambientes distintos: "O Mundo dos Casulos" e "O Mundo do Hospital", o que parece contrastar  a realidade e o imaginário. Assim, nessa alternância entre os dois ambientes, o estar acordado, além de por vezes sob efeito de medicamentos que era forçado a tomar, percebe que mais  pessoas estariam em outros casulos.







"Adam divide seus dias alternando entre o mundo dos casulos e o mundo do hospital" e aos poucos vai descobrindo o que realmente esta acontecendo."


A exploração contínua por espaços distintos, como uma cidade aparentemente abandonada, ou destruída, e uma escola, possível refúgio, faz com que Adam tente uma procura por sua real identidade. 

Flashs de  possíveis lembranças o atormentam e o deixam ainda mais confuso sobre esse universo que o rodeia e pro realmente quem seja. O personagem descobre, a cada instante, através de ações que vão se intensificando ainda mais durante o desenrolar da narrativa, que peças precisam ser conectadas para que os mistérios acerca de seu "eu" sejam desvendados.


* Estaria Adam vivendo em mundo paralelo ao nosso?

* Estaria ele morto, ou submerso em uma reflexiva imersão sobre quem seja?

*Teria ele habilidades que não sabia ter, ou estaria o personagem realmente se recuperando de um acidente que sofrera e que teria o impossibilitado de andar?



"Eu estava de volta ao hospital. Após refletir por alguns momentos, tive a consciência de que tudo que vivia no "Mundo dos Casulos", apesar de parecer tão real, só poderia ser fruto da minha imaginação. Provavelmente, um efeito colateral por ter ficado em coma.  Mas, quando estava lá,  não me importava com isso. Era como um sonho em que a gente esquece que está sonhando. De qualquer forma, explorar um mundo novo e extraordinário era muito mais divertido que ficar preso a uma cama no entediante "Mundo do Hospital".







Por uma leitura ao mesmo tempo indagadora e rápida, Ricardo Mesquita nos conduz a uma trama bem escrita, com fatos bem amarrados, capítulos curtos e personagens bem elaborados, com características marcantes.

Em princípio, a impressão que se tem é que algumas questões parecem ter ficado em aberto, talvez propositadamente, já que os leitores poderão aguardar pela continuidade. 

* Ou  será que tais questões também estariam ali inseridas na história como uma indução à reflexões? ;)


Ficam-nos aí então algumas expectativas, leitores!







Sobre o autor:


Ricardo Mesquita é formado em Direito, mas foi como romancista que encontrou sua verdadeira vocação.
Ele busca levar suas histórias fantásticas para as vidas das pessoas, acreditando que a imaginação pode inspirá-las a lutar por um mundo melhor e motivá-las a ser realmente extraordinárias.
Este é o primeiro volume da trilogia Casulos, que inicia o grande crossover literário pretendido pelo autor.
Foi como um sonho que tudo começou.


Bacana, não acham? Distopia confesso não ser um estilo literário que eu esteja tão acostumada a ler, mas o autor conduziu tão bem sua história que proporcionou uma leitura bem tranquila. E como a ideia do Café com Leitura Blog é proporcionar para vocês um espaço de leituras ecléticas, posso dizer que recomendo o livro, que foi publicado pela editora Lura Editorial, já deixo aqui claro que faço questão de ler a continuidade dessa que será uma trilogia sensacional!

Me contem aqui: vocês estão acostumados a ler esse gênero literário? Gostaram da proposta do autor ao escrever o livro Casulos? Pretendem me acompanhar na série? Sim?!

Querem adquirir o livro? Então tomem nota do link abaixo!



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Grata por me acompanharem! 
Beijos literários!





domingo, 23 de dezembro de 2018

RESENHA 26: O QUE OS OLHOS NÃO VEEM AS MEMÓRIAS CONTAM


"E quem foi que disse que é preciso ter olhos para amar alguém?"


Oi, oi, bookworms! Hoje comecei a resenha de forma diferenciada do que estou acostumada! Gostaram? Pois é uma frase que muito me chamou a atenção assim que li o livro ao qual iremos conversar hoje!

Que tal uma resenha apaixonante, que fala de amor além dos olhos, através da alma e do coração?

É o que hoje venho apresentar para vocês leitores, com a história O que os Olhos não Veem as Memórias Contam, da escritora brasileira Bruna Kuchenbecker.



Título Original: O que os Olhos não Veem as Memórias Contam

Autora: Bruna Kuchenbecker


Ano: 2017


Páginas: 225

Formatos: físico e digital

Editora: Livro Novo



Sinopse

Bianca é uma mulher que nunca entendeu o que é o amor, mas que estava sempre à sua procura. Em um momento da sua vida, ela conhece um rapaz chamado Rafael, mas devido algumas circunstâncias eles se desencontram. Bianca se casa com seu amor de infância, Marcus. E tem dois lindos filhos. Anos se passam e seu casamento perde as forças, a lealdade e o amor. Uma eventualidade terrível acontece na vida de Bianca e ela passa a ter que enxergar o mundo ao seu redor de outra forma.







Bianca é uma jovem que detalha sua vida para o leitor interagindo por toda a trama, perpassando por cada período da sua história. Essas memórias, narradas em primeira pessoa, nos conduzem a três notáveis e distintos momentos, conduzindo a quem lê por belas e também por tristes recordações.

Conta instantes da sua infância, o que nos leva a personagens marcantes ao longo da trajetória: sua mãe, suporte e base de sua criação, seu padrasto, que a apresentou ao mundo literário, Marcus, o primeiro amor, e que se  arrastou em suas vivências de forma singela e sincera, Benício, jovem italiano que morou no Brasil, ao qual viveu uma intensa paixão quando ainda bem jovem, além de uma triste perda que fortemente a marcou, e Diogo, para ela "Digo", seu melhor amigo, que trouxe dúvidas sobre os mais diversos significados do amor, e que a acompanhou por toda a vida.

Sonhadora, nos infere seus anseios, sua adoração por rímeis e o sonho de ir à Londres quando moça.

Adora fotografar, gosta de música eletrônica, ama ler e não gosta de estar só.



"Cheguei a uma fase da minha vida em que eu não queria crescer, estava assustada, queria ir para a Terra do Nunca, onde mora o Peter Pan. Reza a lenda de que lá você não cresce. Era esquisito porque tudo o que antes, quando criança, eu enxergava como um nada, naquela idade o nada se transformou em tudo."


Durante boa fase da narrativa, a personagem se mostra indiferente ao crescimento, mas no período em que resolve voltar para a sua cidade natal e fazer faculdade, percebe que, ao retornar para sua família em Brasília, nota o quanto amadureceu. E reencontra, oito anos depois, um outro personagem, que passou rápido pela sua vida aos dezesseis anos, mas que ressurge lindamente, e com certa intensidade dessa vez: Rafael...





Idas e vindas, amores e desamores, ganhos e perdas...
Um livro para quem gosta de romance, com toques de poesia ao olhar de quem se encanta com a leitura e também aos sentimentos de uma personagem que não se acanha, luta pelos seus ideais, vence e consegue superar derrotas, choros e tristezas. 

Bianca ergue sua cabeça a cada recaída, e consegue dar a volta por cima.

A história se resume em ciclos. 
Cada estágio da vida da protagonista sugere reviravoltas, em que o leitor tem a possibilidade de conhecer, por meio de relatos intensos, o que, diga-se de passagem, não torna a trama cansativa, pelo contrário. 

Por uma escrita leve e bem construída, aquele que lê O que os Olhos não Veem as Memórias Contam consegue agarrar-se ao sentimento de não desligar-se, para em seguida, conhecer, a cada instante, os novos acontecimentos  a estarem por vir.

Com toques românticos, clichês ou não, o que depende do ponto de vista de cada leitor, Bruna Kuchenbecker nos conduz de maneira plena a uma história linda, de leitura delicada, e que nos leva a reflexões acerca do que somos e queremos durante nossa jornada.




"Uma vez me perguntaram se eu já havia pensado em escrever um livro e eu respondi...

_ Pessoas como eu não escrevem livros. Fazem parte deles".





Uma bonita história, de relacionamentos, amorosos ou não, de muitos amores, cumplicidade e superação.

O que os Olhos não Veem as Memórias Contam faz parte da última edição do ano da Semana Adote um Autor Nacional em que o Café com Leitura Blog teve o prazer de participar!





Sobre a autora:

Bruna Kuchenbecker é estudante, escritora e amante da leitura. Aos 15 anos resolveu escrever seu primeiro livro. Sempre teve muitas histórias em sua mente, mas ainda não as tinha colocado no papel. 
"Neste primeiro livro, quero passar para os leitores que podemos encontrar o amor em qualquer pessoa e em qualquer lugar, mas que sempre vai haver aquele lugar e aquela pessoa que fará seu coração bater mais forte".


E aí, o que acharam da proposta da história? 
Gostaram da resenha?
Vocês têm duas possibilidades para adquirirem O que os Olhos não Veem as Memórias Contam :




Não é o máximo?
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